Temos que nos conscientizar que não podemos ser uma pessoa no trabalho, uma pessoa com a família, uma pessoa com os amigos, uma pessoa com pessoas estranhas, uma pessoa no clube, uma na academia, uma na religião e assim por diante.
Se for assim, isso se torna um baile de máscaras; nos tornarmos um ator que faz simultaneamente vários personagens, e que, cedo ou mais tarde, entrarão em contradição, e isso será fatal para um, mais de um, ou todos ambientes de convivência social desse "ator da vida". (Continue em nosso site)
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